Para viver esta experiência é necessário viver a entrega!Entregar-se quer dizer abandonar-se às próprias sensações, descobrir o que gosta e o que não gosta durante o contato sexual e compartilhar com o parceiro suas necessidades e desejos.Não jogue toda a responsabilidade de conseguir o orgasmo para o homem, achando ser ele o culpado de sua frustração.Você deve sair do papel de passiva e vítima e comprometer-se com o seu crescimento sexual e pessoal.
Sem ser a solução do seu problema, porém com o medo de que o parceiro descubra sua dificuldade e a abandone por isso, a mulher finge que está atingindo o orgasmo. A longo prazo ,essa atitude simuladora tem como repercussão a incapacidade da mulher de revelar ao marido suas dificuldades sexuais.Ela deixa de contar com a colaboração do companheiro sexual, fator indispensável para a solução desta disfunção sexual.
No orgasmo as evidências fisiológicas são as contrações rítmicas da entrada e parte da vagina e da musculatura do períneo; o útero também sofre contrações.Todos os orgasmos se assemelham fisiologicamente, mas podem ser sentidos de formas diferentes.Para algumas mulheres é um murmúrio suave, para outras, um agitado turbilhão.
Quando uma mulher apresenta a falta ou a dificuldade de ter orgasmos e quer saber o tratamento deve procurar um médico, de início um ginecologista, a fim de verificar se existe alguma coisa errada nos órgãos genitais ou algum distúrbio hormonal. Se nesta consulta não for verificado problema orgânico o diagnóstico normalmente vai para a área psicológica e a paciente deve ser encaminhada parar um tratamento especializado em terapia sexual.
O tratamento se baseia de maneira geral em informação detalhada sobre a anatomia e a fisiologia da resposta sexual feminina e masculina, correção de conceitos errados nessas áreas e psicoterapia breve com a finalidade de reduzir a ansiedade provocada pelo problema sexual.O comportamento sexual, bem como as disfunções sexuais resultam de um processo de aprendizado.


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