Pensando sobre a imensidão do amor, remeto-me às mulheres, ou à maioria delas. Incluo-me nessa maioria dessa vez. Quando é que nós, mulheres percebemos que é amor o que sentimos? Ajudem-me balzacas e queridos leitores!
É Amor quando no primeiro beijo com ele você ouve sininhos ou pensa que o mundo pode acabar ali!?
É Amor quando você percebe que ele é quase tudo que você sonhou!? Quase, porque tudo é o Gianecchini!
É Amor quando você sente saudades antes de ele ir embora!?
É Amor quando você percebe que vocês teriam a mesma atitude em mais de 2.975 situações!?
É Amor quando você tem certeza de que o melhor programa do final de semana é dormir nos braços dele!?
Quando você aceita o pedido de casamento dele sem titubear, é Amor?
Por que o Amor acaba? Era Amor, se acabou? Era ilusão?
Por que você acha que nunca mais vai amar assim? É a dor do Amor que se foi?
Amar! Quão complicado é entender isso!
Confesso que não tenho todas as respostas para colocá-las de ponta cabeça ao final do texto.
Pelo que já vivi, é possível amar a vida inteira. Uma pessoa ou dez durante toda vida. E esse é o barato! Se o amor de ontem acabou. Amanhã, daqui a seis meses, seis anos, outro virá se permitirmos. E amaremos melhor, não cometendo os mesmos erros, administrando melhor os impulsos antes incontroláveis. E teremos mais chances, agindo pela experiência adquirida, desse amor durar, durar e durar.
É possível agir racionalmente amando? Sim, acredito eu. Porque evoluímos. Porque amamos melhor a cada dia. Porque sabemos mais do Amor do que há 15 anos.
Angel pensa que as mulheres vivem mais intensamente o Amor. Encara o fato simplesmente, sem pensar em vantagem ou desvantagem. E sabe que além de intensidade, o Amor pode ser vivido com inteligência.


0 comentários:
Postar um comentário